segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Marketing Digital - As ações de marketing nas redes sociais


O Marketing Digital é o uso das estratégias de marketing aplicadas a Internet para atingir determinados objetivos de uma pessoa ou organização, deve ser entendido como parte da estratégia de Marketing de uma organização.

O Marketing Digital depende das mesmas premissas do Marketing, ou seja, o conhecimento do público alvo, da estratégia da marca, do planejamento estratégico da empresa, e da cultura organizacional onde será implantado.

Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos. O marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços através da utilização de canais de distribuição eletrônicos para chegar aos consumidores rapidamente, de forma relevante, personalizada e com mais eficiência.

O marketing digital traduz-se em ações de Marketing (Estratégicas, Econômicas e Operacionais) adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing tradicional e em simultâneo potenciar os efeitos do marketing tradicional. Na sua operacionalização são, normalmente, utilizados canais, meios e ferramentas digitais.

O e-marketing ou marketing electrônico baseia-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de criação, comunicação e fornecimento de valor aos clientes, e na gestão das relações com os clientes, de modo a beneficiar a organização e os seus stakeholders (públicos-alvo).

Redes Sociais/ Social Media: O que é? Qual o potencial? Como colocar as empresas?

O brasileiro é invejavelmente social por natureza. Com o avanço das tecnologias e o advento da internet, a comunicação foi além das rodas de bate-papo nas ruas, bares, igrejas, cafezinhos, telefones etc. Conhecer pessoas ficou mais fácil. A internet distancia de alguma forma física os seres, mas os une de muitas outras. Encontrar a turma do colégio ou grupos com a mesma afinidade que nós com a distância de apenas um clique - ou de uma busca no Google – demonstra como o mundo mudou. Nunca imaginei discutir Dostoiévski da forma que faço nas redes sociais, com tanta gente e tantas opiniões diversas que acrescentam ainda mais o conhecimento.

Na enciclopédia virtual
Wikipédia, que também é uma rede social, encontra-se uma descrição para explicar o significado de mídias sociais: “ferramentas online projetadas para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.”
Para ter uma idéia do assustador tamanho atual do mundo das redes sociais, a maior é o facebook, com 1.191.373.339 de views por mês.
Veja a lista das top 10 redes sociais no mundo.

No mundo, 1.1 bilhão de pessoas maiores de 15 anos acessaram a Internet em maio/09, sendo que dois terços acessaram ao menos um site de rede social, diz a pesquisa realizada pela
comScore.

O Brasil só perde para a Rússia em
horas navegadas em redes sociais.

“As redes sociais se tornaram um passatempo popular na internet não só em mercados maduros como a América do Norte, mas também em países onde há crescimento veloz da internet como a Rússia”, aponta Mike Read, diretor da
comScore da Europa.

Ele ainda diz que “em um país de grandeza geográfica como a Rússia, redes sociais representam uma forma de ligar pessoas de cantos diferentes (...) e o comportamento de alguns usuários oferecem oportunidades para marqueteiros e anunciantes que pretendem atingi-los”. E o mesmo pode ser aplicado ao Brasil.

Levando as mídias sociais para os negócios, imagine que onde há interação social e compartilhamento de informações, pode haver pessoas falando (bem ou mal) da sua empresa.

A notícia ruim é que isso não pode – e não deve - ser controlado, mas você pode – e deve - ter participação, colaboração e dialogar nesses ambientes. Ou seja, querendo ou não, as pessoas vão falar da sua empresa e a decisão de você participar dessas discussões é sua.

Além de participar, faz-se necessário acompanhar tudo o que estão falando da sua empresa e para isso eu sugiro que você contrate uma companhia com experiência no assunto, afinal estamos falando da imagem, de como ela está sendo vista pelos consumidores.

Esta é, antes de mais nada, uma fonte de pesquisa tão ou mais importante do que pesquisas realizadas por institutos, pois tem uma característica própria de extrema relevância: os consumidores estão falando espontaneamente, sem interferência nem possível direcionamento em suas opiniões.

É muito importante traçar objetivos, estratégias e definir como você quer aparecer no mundo digital quando alguém te procurar.

Ter presença digital é simples. Basta começar cadastrando a empresa nas redes sociais. Para isso, crie um perfil dentro das redes que achar relevante para o seu negócio: orkut,  facebook, linkedin, myspace, twitter etc. É possível até criar a sua própria rede social, como é o exemplo do ning. Atenção: as redes vão muito além do tão famoso Orkut. O compartilhamento de informações acontece em blogs, microblogs, chats, RSS, widgets, mensagens instantâneas, podcasts, sites de compartilhamento de vídeos e fotos, wikis e outros.

Porém, apenas o cadastramento não é um trabalho de social media, este é só o começo - é só a presença. O importante é cuidar da sua reputação digital, sem querer controlar, e tornar-se RELEVANTE nas redes.

E aí vão algumas dicas:

- ofereça conteúdo que gere interesse para o internauta e para o seu consumidor
- não tente controlar o conteúdo gerado pelos internautas
- segmente a linguagem de acordo com cada público-alvo
- seja transparente e objetivo
- dialogue com quem está disposto a falar com você (seja falando bem ou não)
- chame o seu cliente para participar de experiências de seus interesses
- leve informação relevante
- gere discussões entre os próprios consumidores
- ofereça meios para os clientes encontrarem outros clientes que estão dispostos a interagir e falar da sua marca

 
As redes sociais não dependem do que é e nem do que será a internet. Dependem do que são as pessoas, como elas se comportam no mundo. A internet é o meio que facilita a "socialização".

Tendências do Marketing Digital
As 5 tendências do Marketing Digital foram discutidas na palestra de Steve Rubel, vice-presidente e diretor de insights da Edelman Digital, no evento Digital Age 2.0.

Steve Rubel falou sobre os novos rumos do marketing digital e o tema da sua palestra foi: “Para onde a tecnologia digital vai levar o marketing – entenda antes que seja tarde“.

Vamos às tendências do marketing digital:

1ª Tendência do marketing digital: Satisfação Garantida – independente da mídia utilizada, objetivo de uma empresa deve ser a satisfação do consumidor. Você pode utilizar diversas redes sociais, como o Orkut ou Twitter, escrever em blogs e outras ferramentas disponíveis, mas deve sempre escutar o consumidor e criar um relacionamento. Esteja preparado para agir rápido. Pense que dificilmente o novo consumidor utilizará o 0800 para se comunicar. Ele procura a sua empresa no meio que for mais adequado para si. E no momento em que ele faz essa busca é a hora do relacionamento, independente do canal de comunicação.

2ª Tendência do marketing digital: Reformulação das Mídias – de acordo com Steve Rubel, “tudo que o é social é mídia e tudo o que é mídia é social”. Nesse novo momento, veículos de comunicação surgem e saem do mercado com facilidade. A barreira financeira para ser um veículo de mídia foi quebrada. A concorrência só aumenta. Por isso é preciso repensar como e onde é feito o investimento publicitário em mídia e como ele é medido e avaliado. As mensurações dos resultados precisam ser renovadas de acordo com as mudanças.

3ª Tendência do marketing digital: Menos é Mais – o importante é envolver as pessoas. Muitas vezes, quanto mais simples o canal de comunicação, mais envolvimento e diálogo pode haver com o consumidor.

4ª Tendência do marketing digital: Transforme funcionários em estrelas – ter na empresa funcionários empenhados a desenvolver e crescer junto com a empresa. É importante criar ferramentas para conectar os colaboradores com clientes e fornecedores. Rubel citou resultados de pesquisas onde uma pessoa precisa escutar a mesma mensagem de 4 ou 5 fontes diferentes para passar a acreditar nela. Mas as mensagens devem ser autênticas e para que elas se propaguem de forma saudável é importante dar liberdade aos funcionários para serem verdadeiros representantes da empresa nas redes sociais, mas com responsabilidade.

5ª Tendência do marketing digital: O poder da atração – “é muito melhor ser encontrado do que enviar informações e ofertas nas pessoas”, segundo Steve Rubel. Criar conteúdo é uma ótima forma de ser encontrado. Ao criar este conteúdo, seja no seu site ou redes sociais, pense nos leitores, mas principalmente, nos pesquisadores. Lembre-se do exemplo do Rubel, “as pessoas procuram por ‘dor de cabeça’ e não pode ‘aspirina’. Essas são as tendências do marketing digital apresentadas no Digital Age 2.0.

 

Banner

No início da internet comercial (antes de 2000) o banner era a principal peça de marketing digital. Com a evolução da tecnologia Flash da Macromedia, as peças deixaram de ser apenas GIFs animados, e evoluíram para Rich Media (internet rica) com muita interatividade e animações complexas.

Flash

O Flash proporcionou a criação de sites inteiros desenvolvidos nesta tecnologia, principalmente a criação de hotsites promocionais de produtos/serviços como empreendimentos imobiliárias, lançamentos de carros e todo tipo de conteúdo que necessite de um destaque especial.

Marketing de Busca

Com o advento do Google, o mercado de mídia mudou definitivamente. O usuário, ao realizar uma busca, tornou-se poderoso quanto à publicidade que quer visualizar, pois ele decide em qual resultado da busca irá clicar, ou seja, no resultado mais relevante para ele.

O marketing de busca são estratégias para posicionar o(s) site(s) de sua empresa nas primeiras colocações do Google. Há duas maneiras para colocar sua empresa no Google: Através dos Links Patrocinados (AdWords) e da Otimização de Sites (SEO - Search engine optimization). A primeira são técnicas para criar os anúncios pagos do Google e a segunda são técnicas para organizar o conteúdo e estrutura do site de modo que o site seja encontrado pelo seu potencial cliente no momento que ele faz uma busca.

Existem outros players de links patrocinados como o Yahoo!Search Marketing e o UOL Links Patrocinados.

Blogs, Redes Sociais e Web 2.0

A facilidade de publicar conteúdo na internet está transformando o consumidor de um canal receptor para um emissor de informação. Desde a criação de fãs clubes, comunidades, elogios e reclamações, e qualquer informação antes restrita a poucos, agora é pública e interfere na opinião de outros consumidores. Aprender a interagir com estes consumidores é um dos desafios do atual profissional de marketing.

As tendências de marketing estão mudando com advento de comunicação da Web 2.0, wikis, redes sociais, blogs, dentre outros, que promovem novas interações dos internautas no ciberespaço. A nova tendência de pesquisar mercados, divulgar produtos, serviços e marcas corporativas nesse ambiente virtual é que podemos definir como o objetivo principal do Marketing Digital.

Marketing na Internet – Web Marketing

O desenvolvimento empresarial está mudando rapidamente e levando as empresas a se adaptarem a um modelo relacional nas suas estratégias de marketing, sendo que aí entra a internet como o grande instrumento de comunicação.

O seu potencial não é só a comunicação e informação, mas funciona cada vez mais como um instrumento de venda.

Enumeram-se algumas vantagens da utilização da internet na estratégia de marketing:

  1. permite uma maior acessibilidade – comunicação 24h/dia, 7dias/semana, 365dias/ano;
  2. melhora e possibilita a personalização na individualização das mensagens;
  3. cria uma enorme interatividade com os seus clientes e os que são potenciais. Isto, porque o receptor/cliente pode selecionar a informação e comunicar como melhor entender com o emissor/empresa;
  4. permite quantificar, avaliar de imediato e de forma viável o impacto da estratégia de comunicação com o mercado;
  5. o baixo custo associado a essa comunicação que se vai multiplicando uma vez que o número de utilizadores vai aumentando.

Com tudo o que está descrito, muitas vezes as suas potencialidades não são totalmente aproveitadas, sobretudo quando estamos a falar na interacção com os consumidores.

Sumariamente, expõem-se alguns conceitos básicos e ferramentas que o Web marketing disponibiliza:

  1. web site - onde dinamizamos a estratégia de e-marketing da empresa:
    1. site institucional: para apresentação da empresa e mostruário dos seus produtos ou serviços;
    2. site comercial: venda directa dos produtos da empresa;
    3. sicrosite: Web site menor que serve de suporte à comunicação que se pretende transmitir.
  2. email - caixa de correio electrónico. Funciona como verdadeira carta electrónica e é um instrumento de comunicação directa que se envia a um ou vários destinatários.
  3. banner - área de imagem para atrair um visitante a determinado site. Importante para ajudar a definir os alvos da comunicação.
  4. motores de busca - site de pesquisa de informação na internet através de palavras-chave. Ajudam a publicitar e a comunicar.

Para uma empresa implementar o marketing na internet, necessita antes de tudo de identificar o público-alvo, isto é, os alvos da comunicação serem utilizadores da internet. A estratégia de marketing na internet deve estar em consonância com a estratégia de marketing definida na empresa, isto é: com o seu posicionamento, com os seus segmentos-alvo e coerência com ações de comunicação que a empresa efetua.

Como objetivos, deve criar um canal de vendas, dar a conhecer a empresa e produtos, potenciar a sua imagem e notoriedade, criar valor acrescentado aos seus clientes e no caso de pretender internacionalizar-se, deve ter uma forte presença na Web alargando a sua área de influência no negócio.

Deve também definir as ações que pretende realizar on-line, definir a forma de atualização dos conteúdos do site e ter aplicações que possam medir a sua performance on-line.

Marketing interativo

Modelo baseado no marketing relacional que se traduz na relação entre duas empresas B2B (business to business) ou entre a empresa e o consumidor (business to consumer) B2C. Este modelo relacional evoluiu com a era digital, tornando a hipótese de escolha mais aproximada a cada um dos consumidores. A capacidade de agrupar clientes com gostos ou preferências semelhantes permitiu melhorar a oferta nas campanhas de marketing. Quase podemos comparar a oferta direcionada para o cliente com a loja de proximidade, em que o interlocutor habitual já conhece os hábitos e sempre que surge um produto adequado tenta vende-lo e quase sempre com sucesso.

Com a possibilidade de métrica de hábitos e com a possibilidade de os agrupar por segmentos de gostos ou interesses quase que é possível a interação direta entre quem vende e quem compra. As empresas auxiliam-se do público-alvo no desenvolvimento dos produtos e estes contribuem para a evolução da empresa de uma forma interativa.

A base de dados deste tipo de modelo vai melhorar com o aumento de dados e de interações, a solução encontrada pela empresa para que o cliente interaja vai determinar a rapidez de crescimento. Tornou-se banal o envio de publicidade via e-mail (devido ao baixo custo), por este motivo esta ferramenta tem sido alvo de cuidado acrescido para que não seja banida de forma automática como publicidade não desejada (span).

O primeiro contato é primordial para garantir uma relação de continuidade, o cliente deve ficar ciente desta importancia e que a mesma é necessária para que o possamos servir melhor.

Em resumo os objetivos do marketing interativo são comuns ao de qualquer empresa que quer apostar no sucesso, e são em suma o aumento dos níveis de qualidade de todos os serviços, aumentar a satisfação dos consumidores para garantir a recompra.


ATIVIDADE:
Analisando a sua conta no facebook ou alguma outra rede social que possua, informe quais as principais ações de marketing que visualisamos em nossa conta.

 

 

 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MARKETING SOCIAL - UMA FERRAMENTA COMO AÇÃO DO BEM

O atendimento a área social no passado, era feito por senhoras da sociedade que, realizando obras sociais, exercitavam sua vocação filantrópica. Hoje, a gerência por intenções já não encontra mais espaço no mercado. Com o crescimento do terceiro setor, tanto em volume de recursos financeiros quanto em relevância social e política, e sua consequente profissionalização, as modernas técnicas de gestão de negócios foram incorporadas à área social.

A expressão Marketing Social surgiu nos EUA, em 1971, e foi usada pela primeira vez por Kotler e Zaltman que, na época, estudavam aplicações do marketing que contribuíssem para a busca e o encaminhamento de soluções para diversas questões sociais. O termo passou a significar uma tecnologia de administração da mudança social, associada ao projeto, à implantação e o controle de programas voltados para o aumento da disposição de aceitação de uma ideia ou prática social em um ou mais grupos adotantes escolhidos como alvos. Recorre a conceitos de segmentação do mercado, pesquisa de consumidores, desenvolvimento e testes de conceitos de produtos, comunicação direta, facilitação, incentivos e teoria de troca, para maximizar as respostas dos adotantes escolhidos como alvos. A instituição patrocinadora busca concretizar os seus objetivos de mudança na crença de que eles contribuirão para o interesse dos indivíduos ou da sociedade.

Atualmente podemos definir Marketing Social como: o emprego do planejamento de mercado, estratégia, análise e técnicas gerenciais tradicionais e inovadoras para o bem estar do indivíduo e da sociedade. É um programa público do ponto de vista do consumidor usando uma tecnologia de administração da mudança social associada ao projeto de implementação e controle de programas destinados a aumentar a disposição das pessoas ou grupos para a aceitação de uma ideia, um comportamento ou uma prática social. É uma ferramenta democrática eficiente usada para criar e outorgar um maior valor à proposta social, redescobrindo o consumidor por meio do diálogo interativo gerando condições para que se construa o processo de reflexão, participação e mudança social.

É uma gestão estratégica do processo de mudança social a partir da adoção de novos comportamentos atitudes e práticas, nos âmbitos individuais e coletivos, orientados por princípios éticos, fundamentados nos direitos humanos e na equidade social.


Importância

Hoje, cada vez mais pessoas na sociedade estão desejosas de uma mudança social: mudanças em sua forma de vida, na economia e em seus sistemas sociais, nos seus estilos de vida e em suas crenças e valores. Isto se deve ao fato de que as coisas estão se desenvolvendo de uma maneira tão rápida que as pessoas notam uma constante revolução de expectativas crescentes. A competição está cada mais acirrada, tornando difícil que uma empresa se destaque nesse cenário econômico. Hoje a tecnologia está acessível para toda a concorrência. Um produto novo é facilmente copiado dado a essa fácil acessibilidade. Assim as empresas estão em busca de formas que podem atrair seus clientes. Essas mudanças sociais, políticas e econômicas, não poderiam passar desapercebidos pelo marketing e, em particular, pelo marketing social.

O problema maior das empresas é identificar aquela causa de interesse social mais relevante para seu público objetivo e que seja coerente com os valores da marca. Em primeiro lugar é necessário identificar os valores da marca e os valores do consumidor dessa marca, produto ou serviço. O seguinte passo consiste em distinguir aquelas causas que melhor poderão representar os valores entre cliente e empresa. O marketing social inicia-se como uma verdadeira forma de exercício de responsabilidade social, e pode chegar a construir a longo prazo um valor diferencial para a marca e uma vantagem competitiva para as empresas. Hoje em dia existem conhecimentos e técnicas para organizar e colocar em prática programas efetivos de mudança social em qualquer área de assunto social, tanto local como nacional. Originar a mudança social que melhore a vida é um desafio das campanhas sociais e o objetivo do marketing social.

Observa-se nesse mercado que a sociedade está cada vez mais solidária. Cada vez mais pessoas estão apoiando causas de interesse social. Segundo dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Ethos, 50% dos consumidores brasileiros declararam-se adeptos da prática de prestigiar ou punir as empresas com base em sua participação social. Como se não bastasse isso, 24% dos consumidores, procurariam comprar produtos de empresas que se destaquem pela responsabilidade social.

Nota-se que a responsabilidade social passa a ser uma oportunidade de mercado para as empresas. As empresas devem aspirar aos valores dos clientes e não o contrário. Compartilhar valores está se tornando uma necessidade para as empresas que queiram continuar sendo bem aceitas pelos clientes.

É importante observar que o instrumento utilizado para essa necessidade de por que e como fazê-lo, é definido pelas estratégias do marketing social. As empresas têm de ter em consideração que as ações de responsabilidade social começam por ações de cidadania e que o marketing é apenas sua base de sustentação. O marketing é uma consequência da responsabilidade social

O Marketing Social é uma ideia poderosa na solução de problemas sociais e representa uma oportunidade importante para as marcas passarem a um patamar superior, em que os consumidores - na era pós-materialista - veem este trabalho como uma forma de compromisso cada vez mais pessoal com os outros. Pode-se defini-lo como sendo uma ferramenta de marketing e de posicionamento, que associa uma organização a uma questão ou causa social relevante, beneficiando a comunidade e proporcionando retorno para a empresa. É uma forma efetiva de melhorar a imagem corporativa, diferenciando produtos e aumentando tanto as vendas quanto à fidelidade dos clientes. Com a adoção de uma "causa", a organização torna-se mais ética, o que resulta numa percepção e intenção de compra significativamente maior por parte do consumidor. Entretanto, uma das chaves para se fazer isso com sucesso é assegurar que a organização e a causa compartilhem "crenças". Nessa iniciativa conjunta, é vital que as partes envolvidas se responsabilizem por uma agenda compartilhada e por metas passíveis de serem alcançadas.

Portanto, se as organizações se alinharem na defesa de grandes causas, provavelmente poderão preencher em parte a necessidade de "pertencer" das pessoas, o que será bem mais significativo do que aquele simples relacionamento de compra e venda. E mais; se querem realmente se tornar um ponto de atração para os consumidores, então a causa por elas adotada precisa ser bastante divulgada.


Modelos de Marketing Social

Uma empresa que utiliza muito o Marketing Social é a Rede Globo, principal empresa de comunicação no País. Educação, saúde e cidadania são temas constantes na Globo, sejas pelas campanhas e mensagens veiculadas em todos os cantos do Brasil, seja pelos projetos especiais que a fizeram pioneira na abordagem de questões fundamentais para a maioria da população brasileira. Dentre seus projetos podemos destacar programas como Criança Esperança, sempre atento à defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes em situação de risco. Com essas ações a Globo vai além dos objetivos básicos de uma emissora de televisão, pois não se contenta em fazer programas com a preocupação apenas de entreter e de informar, mas assume também o compromisso de também realizar um trabalho que mostra a amplitude de seu relacionamento com os telespectadores.

Outro exemplo é a Companhia Vale do Rio Doce, uma empresa sintonizada com seu tempo e sabedora que sua prosperidade está intimamente ligada no bem estar das comunidades onde atua. Para isso, aplica recursos na área social em atividades tais como rodovias, infraestrutura urbana, desenvolvimento econômico, assistência social, cultura, educação, esportes, etc.

Temos também como exemplo o Banco do Brasil que mantém um website denominado Universidade Corporativa Banco do Brasil onde disponibiliza vários serviços voltados a desenvolver a excelência humana e profissional de seu público alvo por meio da criação de valor em soluções educacionais, contribuindo para a melhoria do desempenho organizacional e para o fortalecimento da imagem institucional do Banco. Com isso o Banco do Brasil espera criar um diferencial e ser reconhecido pela função social de seus programas.
 
ATIVIDADE:
APÓS A LEITURA DO TEXTO E USANDO SUA CRIATIVIDADE, ESCOLHA UMA EMPRESA AQUI DE BARRA BONITA E CRIE UMA AÇÃO DE MARKETING SOCIAL. PODE SER DIVULGADO O NOME DA EMPRESA, UMA VEZ QUE SE TRATA DE UM TRABALHO.
EX: A ETEC COMENDADOR JOÃO RAYS ESTÁ REALIZANDO NESTE MÊS UMA CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO DE LEITE PARA DOAÇÃO AO VOLUNTARIADO DO CÂNCER DE BARRA BONITA. ESTE É APENAS UM EXEMPLO, NO TEXTO ACIMA TEMOS OUTROS EXEMPLOS E MAIS IDEIAS AINDA PODEM SER ADQUIRIDAS ATRAVÉS DE PESQUISAS A INTERNET

 

MARKETING PROMOCIONAL - UMA FERRAMENTA DE SUCESSO EM VENDAS



ATIVIDADE:
APÓS ASSISTIR AO VÍDEO E COMPREENDER OS CONCEITOS DE MARKETING PROMOCIONAL, CITE UM EXEMPLO DE EMPRESAS DE NOSSA CIDADE OU REGIÃO QUE TENHAM UTILIZADO O MARKETING PROMOCIONAL. CASO NÃO SE LEMBRE DE NENHUM EXEMPLO RECORRA A INTERNET E CITE CASOS DE EMPRESAS NO BRASIL.

domingo, 2 de setembro de 2012

MARKETING SUSTENTÁVEL - AÇÕES EM PRÓL DO MEIO AMBIENTE

A medida que a humanidade vai tomando consciência de seu papel social, muito tem-se questionado acerca da responsabilidade social de algumas empresas, perante o impacto ambiental negativo decorrente das atividades produtivas e mercadológicas. O processo de industrialização percorrido pelas nações ao longo dos últimos séculos, trouxe, de um lado, diversos benefícios econômicos e, de outro, sérias consequências ambientais. Se é permitido à humanidade usufruir, nesta era virtual, do conforto proporcionado por uma vasta gama de produtos e serviços, não se pode esquecer que muitos destes benefícios tiveram um custo ambiental bastante elevado. Nos últimos anos, os governos de diversos países em parceria com a iniciativa privada, tem se mobilizado em busca de soluções para o conflito desenvolvimento econômico & preservação ambiental. O chamado Desenvolvimento Sustentável, ainda está longe de ser alcançado pelos países e suas organizações, tendo em vista os inúmeros problemas ambientais decorrentes das atividades produtivas tais como: efeito estufa, chuva ácida, lixo nuclear, poluição atmosférica e aquática, entre outros. Exatamente por isto, é preciso repensar a atividade produtiva e mercadológica, a fim de que se possa encontrar soluções viáveis para o conflito capital & natureza e também conciliar os interesses de governos, empresas e sociedade neste processo. E um dos recursos mercadológicos, que à princípio, permite que as organizações sejam lucrativas e ao mesmo tempo ambientalmente responsáveis é a implantação do chamado marketing verde.
 
O MARKETING ECOLÓGICO E A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O termo marketing verde, ecológico ou ambiental, surgiu nos anos setenta, quando a AMA (American Marketing Association) realizou um Workshop com a intenção de discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Após esse evento o Marketing Ecológico foi assim definido: “O estudo dos aspectos positivos e negativos das atividades de Marketing em relação à poluição, ao esgotamento de energia e ao esgotamento dos recursos não renováveis.” Posteriormente, o marketing ambiental também foi discutido por Kotler que o definiu como sendo: “(...) um movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente”. Polonsky, autor de várias obras sobre o tema, propõe um conceito para o marketing verde, que ele próprio considera como sendo o conceito mais abrangente: “Marketing Verde ou Ambiental consiste em todas as atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores, desde que a satisfação de tais desejos e necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente.”
O marketing ecológico consiste, portanto, na prática de todas aquelas atividades inerentes ao marketing, porém, incorporando a preocupação ambiental e contribuindo para : A conscientização ambiental por parte do mercado consumidor

Ao adotar o marketing verde, a organização deve informar a seus consumidores acerca das vantagens de se adquirir produtos e serviços ambientalmente responsáveis, de forma a estimular (onde já exista) e despertar (onde ainda não exista) o desejo do mercado por esta categoria de produtos. O marketing moderno consiste em criar e ofertar produtos e serviços capazes de satisfazer os desejos e necessidades dos consumidores. No marketing verde, os consumidores desejam encontrar a qualidade ambiental nos produtos e serviços que adquirem. Percebemos assim, que nenhum esforço por parte das empresas tem sentido, se os consumidores insistirem em continuar consumindo determinados bens que agridam a natureza. Por exemplo, uma indústria têxtil pode substituir peles de ursos, ovelhas, tigres e outras espécies por fibras sintéticas; mas se o desejo dos consumidores for o de continuar adquirindo vestimentas feitas a partir da pele destes animais, o esforço da organização, por mais bem intencionado que seja, não causará nenhum impacto positivo sobre a demanda.

 A preservação das espécies e seus habitats naturais

Apesar da importância da flora e da fauna para gerar produtos que atendam às necessidades dos consumidores, sabemos que muitas espécies estão em processo de extinção e, portanto, precisam ser poupadas. A preservação de espécies animais e vegetais quando o marketing verde é adotado por uma empresa, pode ocorrer de duas formas. A primeira é quando durante o processo produtivo a empresa não causou danos a estas espécies ou pelo menos procurou minimizá-los. Podemos citar como exemplo, a L’ácquadi Fiori, empresa do setor de cosméticos, que garante que seus produtos não são testados em animais. A segunda forma é quando uma empresa realiza ou patrocina um projeto com o objetivo de salvaguardar determinada espécie animal em extinção ou recuperar determinada área ambientalmente degradada. Neste caso, não há necessidade da empresa que desenvolveu a ação ambiental corretiva, ser a própria empresa responsável pela degradação ou uma empresa cujas atividades possam impactar negativamente o meio ambiente. Tal ação pode ser promovida por qualquer empresa, independentemente do setor econômico do qual ela faça parte, como é o caso do Unibanco com o programa Unibanco Ecologia, responsável por patrocinar projetos ecológicos. Contudo, algumas ações ecológicas, em nível de fortalecimento da imagem institucional, costumam surtir mais efeito quando são realizadas por empresas cujas atividades estão diretamente relacionadas ao meio ambiente. Exemplo disto é a MBR (Minerações Brasileiras Reunidas) com a recuperação da Praça da Liberdade em Belo Horizonte. O fato da empresa ter literalmente destruído a Serra do Curral deixou-a numa posição desfavorável em relação à sua imagem no mercado; como pode ser confirmado com as comunidades adjacentes à área onde a empresa minera. Entretanto, parte desta credibilidade corporativa perante a opinião pública foi resgatada após a recuperação da praça, sendo que o trabalho foi muito bem desenvolvido e apreciado pela maioria da população que teve este importante espaço público revitalizado. Contudo, uma questão problemática referente ao patrocínio de projetos, e que não pode deixar de ser considerada, é que assim como ocorre nas outras formas de marketing institucional como o marketing esportivo e o cultural, em que a organização somente patrocina o atleta ou o artista que já tem uma certa projeção no mercado, no marketing verde costuma ocorrer o mesmo. Muitas empresas dão prioridade a projetos ecológicos que tem como alvo áreas que possuem forte imagiabilidade e destaque na cidade, como os chamados cartões-postais, quando nem sempre estas áreas são as prioritárias. Não é raro constatar a existência de outras áreas, cujo estado de degradação se encontra em nível muito mais avançado e, portanto, necessitando urgentemente de serem recuperadas. Porém, se forem áreas periféricas e de pouco destaque dificilmente despertarão a atenção das empresas. Aliás, as áreas periféricas, devido à maior concentração de miséria, geralmente são as mais ambientalmente degradadas. Neste caso, o problema ambiental torna-se difícil de ser resolvido, porque o Poder Público, que na verdade é o responsável por gerir o meio ambiente, promove ações paliativas e sem continuidade. Além destes problemas que envolvem o patrocínio de projetos, existem alguns feitos ecológicos realizados por algumas empresas, que não passam de cumprimento a determinadas penalidades, aplicadas exatamente pelo fato delas terem agredido o meio ambiente. Exemplo disto é o de uma empresa que devastou uma área proibida na capital mineira e por isso foi penalizada pela PBH, tendo que refazer o plantio das mudas arrancadas por toda a cidade. Para aqueles que transitam por Belo Horizonte e não sabem do que está por trás das inúmeras árvores, que exibem a marca da empresa em suas redes de proteção, pode parecer que esta preocupou-se com a natureza e com a qualidade de vida de seus consumidores, quando na realidade, o que ocorreu foi o contrário. Este é um exemplo de penalidade que acabou se transformando numa ferramenta da propaganda verde. E assim como o marketing não se resume em propaganda (ao contrário do que muitos pensam),o marketing verde também não está restrito à propaganda ecológica. No marketing verde, o ideal é que as empresas adotem a chamada comunicação de atitude, ou seja, divulguem o que elas realmente tem desenvolvido em prol do meio ambiente e não, o que existe de belo na natureza para ser explorado em mera campanha publicitária. A despeito disto, muitas empresas associam suas marcas a imagens ecológicas como: matas, cachoeiras, pássaros, montanhas etc, sem nada contribuírem para a preservação destes ecossistemas. Tais empresas, não estão realizando, de fato, o marketing ecológico, pois suas ações se restringem à mera propaganda. Além disto, as ações de marketing ambiental devem estar integradas às ações de marketing social e de marketing de relacionamento, porque o marketing verde propõe uma abordagem integrada das relações da empresa com seus públicos internos e externos, buscando assim a satisfação de todos: empresas, consumidores e meio ambiente.

 A preservação dos recursos escassos

Se formos analisar o conceito de escassez na ótica econômica, percebemos que de um lado, temos os recursos naturais que são limitados e de outro, as necessidades humanas, que são ilimitadas. Como os recursos são escassos, torna-se uma condição indispensável ao pleno desenvolvimento econômico de um país, a maximização da eficiência produtiva através da correta alocação destes recursos para satisfazer as demandas sociais, que como já vimos, estão em constante evolução. Contudo, sabemos que exatamente por estes recursos serem escassos, eles devem ser racionalmente utilizados de modo que não se esgotem rapidamente, o que prejudicaria a própria capacidade econômica e também as condições que geram e preservam a vida no planeta. Assim, quando uma empresa adquire consciência preservacionista e resolve implantar o marketing verde, ela muda sua postura face às questões ambientais, pois entende que qualquer ação desenvolvida hoje no sentido de preservar os recursos escassos, trará no futuro, além de benefícios à natureza e à sociedade, vantagens à própria organização. Entre estas vantagens, podemos citar algumas, somente para efeito de exemplificação: redução dos custos de produção através da utilização de materiais e resíduos reciclados; redução de desperdícios; redução dos custos incorridos em multas pelo desrespeito a algumas normas ambientais; aumento de competitividade no mercado podendo, inclusive, canalizar o montante economizado a longo prazo para investimentos em outras atividades.

 
A incorporação de características ambientais aos produtos

A incorporação de características ambientais aos produtos é uma tarefa que envolve, em alguns casos, mudanças drásticas no processo produtivo, visando o abandono de tudo aquilo que possa comprometer a qualidade ambiental do que está sendo produzido. O controle do processo produtivo no Marketing Ecológicoenvolve a análise de todo o ciclo de vida dos produtos, desde sua produção, embalagem, transporte e consumo até sua utilização e posterior descarte. Isto significa que durante todas as etapas do ciclo de vida de um produto, seus impactos ambientalmente negativos foram avaliados e corrigidos para que ele se tornasse não somente mais saudável para o consumo, como também menos agressivo ao meio ambiente. Para isso, são controladas as formas como as matérias-primas são extraídas da natureza e as formas como elas são trabalhadas no processo produtivo, tendo em vista a redução da emissão de poluentes para o meio ambiente. O produto final, também deve ter qualidade ambiental agregada, sendo um produto não poluente e que, além de não provocar danos à saúde das pessoas, quando de sua utilização, também não provocará efeitos ambientais negativos, quando de seu descarte.
Enfim, o marketing ecológico envolve a adoção de diversas práticas preservacionistas, por parte das organizações, visando a eliminação ou, pelo menos, redução dos danos ecológicos em todas as fases do ciclo de vida dos produtos.

 
A COMUNICAÇÃO VERDE DAS EMPRESAS

O objetivo principal da comunicação verde é mostrar ao consumidor que um artigo ecologicamente correto, é também mais saudável para o consumo, a partir do momento em que reduzindo-se os danos ambientais, a qualidade de vida das pessoas, indiretamente, sofre melhorias. Ou seja, no Marketing Verde, a empresa divulga o que tem feito em prol do meio ambiente e, desse modo, procura sensibilizar o consumidor para que ele também participe deste processo, já que a responsabilidade de preservar os recursos escassos é de todos.

Vejamos alguns exemplos de mensagens informativas e educativas que os fabricantes poderiam incluir nos rótulos de seus produtos:
“Esta embalagem é biodegradável. Apesar disso, você deve descartá-la em um local adequado...”
“Não jogue sua latinha no chão pois ela pode ser reciclada. Procure em sua cidade um posto de coleta .....”
“ Você sabia que o vidro é 100 % reciclável? Se você deseja contribuir para a coletiva seletiva de lixo, procure em sua cidade....”
“ Nosso produto não contém CFC´s. Saiba aqui o que o CFC pode causar ao meio ambiente e à sua saúde...”
“Veja o que acontece com a natureza toda vez que você joga lixo no chão....”
“Nossas lâmpadas foram fabricadas....Saiba mais como economizar energia.... “
“Nosso produto possui um rótulo ecológico. Isto significa que ele foi desenvolvido.....”
“Esta embalagem é foto degradável. Isto quer dizer que....”
Num país como o Brasil, marcado por uma baixa distribuição de renda e por diversos planos econômicos malsucedidos, que deixaram o mercado em situação instável, os consumidores ainda têm orientado seus hábitos de consumo de acordo com a melhor relação-custo benefício que um artigo pode trazer. Pesquisas indicam que as motivações consumistas em nosso contexto socioeconômico ainda não abarcam completamente a qualidade ambiental dos produtos - quando comparadas ao fator “preço”, apesar de uma pequena parcela do mercado já começar a se preocupar com a questão ambiental. Assim torna-se difícil transplantar certos conceitos como o do Green Marketing para a nossa cultura, sendo de extrema importância esclarecer que o maior lucro do marketing ambiental vem a longo prazo, com a adoção da referida comunicação de atitude. Nesta a imagem das empresas será fortalecida perante um mercado que já tem consciência das questões ecológicas.
 

CONCLUSÃO

Não basta os fabricantes serem verdes, se o consumidor final ainda estiver limitado pelo fator renda no momento da aquisição dos produtos. O mercado para os produtos ecológicos ainda é constituído por uma elite que se preocupa com a natureza e com a saúde ao mesmo tempo em que possui condições financeiras para optar por empresas e produtos ambientalmente responsáveis. Assim, tentar usar a comunicação de marketing verde de forma persuasiva constitui um equívoco, pois seu caráter é muito mais de educação ambiental do que mero estímulo à compra imediata.
No Brasil, o lucro através da venda de produtos com eco qualidade será uma consequência da mudança de valores por parte das organizações e seus mercados. A educação ambiental assume um importante papel como uma ferramenta do marketing verde capaz de fazer o mercado internalizar mensagens de conteúdo informativo e participar do processo de construção das relações de troca do futuro, onde produtos existirão não somente para satisfazer as necessidades e expectativas humanas, mas também as necessidades da natureza em todas as suas formas.

ATIVIDADE

Após a conclusão da leitura do material, utilizando a internet como fonte de pesquisa, apresente um exemplo de empresa que desenvolve o "marketing verde" ou "marketing sustentável".

MARKETING PESSOAL - UMA FERRAMENTA PARA O CRESCIMENTO PROFISSIONAL

No mundo competitivo atual, é grande a importância de um diferencial na atuação dos profissionais. A trajetória pessoal e profissional sempre foi e continuará sendo um patrimônio individual a ser administrado com rigor e competência.
O profissional deve construir uma marca pessoal no universo em que atua, sendo essa a sua principal ferramenta para se posicionar diante dos desafios. A inércia, nos dias de hoje, custa muito caro, em termos de carreira profissional, podendo afetar, inclusive, as atividades do dia-a-dia.
Uma pessoa que possua talento e competência suficiente para exercer a sua atividade, desde que pratique e aperfeiçoe constantemente o seu Marketing Pessoal, pode chegar ao topo, elevando o nível de propagação de sua imagem e ao mesmo tempo ser recompensado por isso. Esta é uma tarefa que exige paciência, disciplina, perseverança, determinação, elevada auto estima e um conjunto de crenças e valores que irão nortear as atitudes comportamentais de forma a fazer o uso correto das habilidades a serem criadas e aperfeiçoadas, formando um conjunto de ações estratégicas, atitude se procedimentos que conduzam à trajetória pessoal e profissional bem sucedida.
Marketing é um processo social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e trocas de produtos de valor com outros. Desde o início da humanidade o homem busca meios de desenvolver-se a fim de suprir suas necessidades e desejos, passando por inúmeras etapas de desenvolvimento entre gerações. O profissional que deseja ingressar no mercado deve, portanto, buscar meios de agregar conhecimentos e informações, afim de promover o desenvolvimento e gerenciamento pessoal.
Para ser eficaz no marketing pessoal, o conhecimento da dimensão humana e seu aprimoramento pessoal são fundamentais, porque o marketing é um processo de desenvolvimento e o sucesso é apenas consequência dessa busca do conhecimento.
Para realizar um Marketing Pessoal é necessário saber utilizar, de forma coerente e consistente, as novas tecnologias, a mídia e o marketing como ferramentas estratégicas, valorizando a imagem que se pretende transmitir.
O marketing pessoal não deve ser confundido com propaganda gratuita, pois muitos misturam o conceito com divulgação da imagem, pura e simplesmente.
Portanto, não basta apenas vender nossa imagem. O importante é despertar nos empregadores o desejo da contratação e consequentemente nossa integração em seu quadro de pessoal.
Imagem é uma apreciação de valor construída através de ideias, convicções e sensações resultantes da comunicação dos atributos do pretendente a criar o seu diferencial e a buscar a sua visibilidade.
O mundo dos negócios, da política ao entretenimento, tem despertado para a importância de se criar e desenvolver uma marca única, de tal forma que essa marca seja uma referência no mercado e possa, com isso, ser a mais lembrada, procurada, bem-remunerada, desejada e querida.
No século XIX, o pensamento empresarial era dominado por considerações financeiras e de produção. As empresas se preocupavam em vender e distribuir o que já havia sido produzido. Ninguém se preocupava em atender aos desejos e anseios particulares do mercado, pois naquela época o padrão de vida estava estagnado em níveis muito baixos e o Marketing chegava a ser considerado como uma atividade isolada. Com a Revolução Industrial e o desenvolvimento dela decorrente, o Marketing começa a adquirir grandes dimensões. Inicia-se a produção em massa, os negócios são ampliados, iniciando o surgimento de grandes estabelecimentos comerciais, ocorrendo assim um processo acelerado de urbanização, onde as pessoas se tornaram bem informadas, exigentes e com um poder maior de escolha das marcas e fornecedores.
A partir de 1950 até os dias atuais constata-se o uso de forma racional das técnicas de venda pessoal, propaganda, promoção de vendas e pesquisa de mercado. Desta forma, o Marketing começa a ser utilizado como um poderoso diferencial entre empresas que buscam o sucesso na satisfação dos seus clientes.
No início do século XX verificou-se uma compreensão mais perfeita e profunda do que realmente interessava ao mercado, necessitando conhecer melhor os anseios, interesses e necessidades concretas dos consumidores para produzir aquilo que realmente eles desejassem. Diante desse fato, as empresas criaram departamentos de propaganda, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e de mercado, ocorrendo uma maior produção e ampliação dos negócios.
Marketing Pessoal
Segundo Persona (2008), “Marketing pessoal é um conjunto de ações que buscam entender o mercado onde o profissional atua, detectar necessidades e possibilidades e criar um posicionamento que estimule esse mercado a escolher como a melhor opção”. Em sua essência, o marketing pessoal ou profissional não difere muito do marketing convencional. Antes de uma empresa lançar um produto, ela busca entender o seu mercado, e o profissional faz o mesmo. Como um produto sofre transformações, os indivíduos também evoluem e devem agregar valores à sua imagem para que o mercado reconheça um profissional com um diferencial a mais. Como exemplo temos o Gol, um dos veículos produzidos pela Wolksvagem e lançado no mercado há 23 anos, o mesmo permanece líder em vendas até hoje. Esse sucesso se dá pela constante transformação e divulgação dos seus itens que o coloca na lista dos mais vendidos.
Ainda para Persona (2008):
“O produto é você! O profissional que queima o filme no ambiente onde atua, fica difícil se lançar novamente. Uma vez estabelecida a marca de incompetência, não há como lançar uma nova fórmula”.
Um bom profissional está antenado com as mudanças do mercado, está sempre se adiantando aos novos desafios e sabe vender bem a sua imagem. É importante entender que não se fala apenas da imagem externa, mas de todo um conjunto. Não basta apresentar uma imagem, é preciso ser a apresentação dessa imagem.
Por isso, ninguém consegue incluir sua estratégia de marketing pessoal da noite para o dia, nem obtém resultados imediatos. É preciso plantar, regar, cultivar o que vai ser no futuro para o mercado. Acredita-se que o marketing pessoal seja uma das áreas mais importantes na vida de um profissional, pois quando ele é capaz de pensar sua carreira como quem planeja o ciclo de vida de um produto, verá o quanto precisa se aprimorar, não só uma vez, mas continuamente. Produtos são planejados, fabricados, testados, comercializados e muitas vezes recolhidos do mercado para correções, aperfeiçoamentos ou lançamento de novas versões mais sofisticadas. É dessa forma que deve ser um profissional.
Assim como todas as áreas da empresa precisam de atenção especial por parte dos administradores, o marketing é um recurso muito importante para causar uma boa impressão ao cliente.
“O marketing é um conjunto de ferramentas que faz com que os produtos sejam conhecidos, apreciados e comprados”. Gehringer (2008).
Conforme Ramalho em seu livro:
Você é a sua melhor marca (Editora Elsevier 3ªEdição 2008, Rio de Janeiro), “Marketing pessoal não é uma forma de manipular ou de enganar os outros. É apenas uma maneira de mostrar quem você é, o que você sabe, e o que você pode, de modo que a vida não passe em branco e os ideais não se percam na massa anônima daqueles que não sabem se expressar ou se “anunciar” ao mundo. Ao nascer, o ser humano chora a plenos pulmões publicando a sua chegada. Depois disso cabe a cada um encontrar maneiras criativas e éticas para continuar anunciando a sua marca pessoal”.
Autoconhecimento e metas
Pesquisas mostram que menos de 3% da população tem metas específicas, pessoais ou profissionais, mas somente 1% da população coloca sua meta no papel. Algumas perguntas são importantes nessa tarefa do conhecimento como, por exemplo: Quais são suas metas?; Você sabe visualizar o que quer?; Suas metas são coerentes com seus valores?; Como é a sua visão de mundo?; Qual o sentido de sua vida?; Você tem um diferencial?; O autoconhecimento é um dos principais requisitos de um profissional de sucesso, essas pessoas têm o seu objetivo claramente definido, pensam ou agem de forma organizada e são geralmente muito determinadas. Ter metas pré-definidas ajudam a melhorar o marketing pessoal. Uma pessoa mal resolvida, que não organiza seu próprio tempo, pode causar uma má impressão a seus colegas e principalmente a seu superior. Algumas empresas dão grande valor a pequenos detalhes, alguns até imperceptíveis, mas muito importantes para a divulgação da política e dos valores estabelecidos pela instituição. Conhecer a si próprio não é apenas olhar-se no espelho e decodificar a imagem refletida, e sim saber os ideais e valores que se deseja ou que se pretende alcançar.
Nos exames de seleção, algumas empresas aplicam testes de autoconhecimento, assim elas conhecem um pouco do indivíduo e avaliam por este a capacidade intelectual dos pretendentes à vaga.
 
Melhorando a embalagem
Quando se encontra a resposta para essas perguntas é hora de partir para a parte mais consistente do marketing pessoal: Aquisição de conteúdo. O ser humano possui uma capacidade para reter conhecimento, embora algumas vezes não se dê conta disso. Deve-se sempre melhorar o produto. A embalagem é algo de grande importância, pois ela é o cartão de visitas.
Algumas mudanças externas ajudam a agregar valor ao produto. Várias medidas podem ser tomadas para melhorar a aparência, ou, até mesmo, mostrar o conteúdo no interior. Claro que ninguém é igual a ninguém e apesar da mídia propor padrão de profissionais a ser seguido, cada um desenvolve um padrão de acordo com suas próprias características. O cuidado com o visual precisa ser analisado minuciosamente. Assim, o traje correto e oportuno a cada momento, a combinação estética de peças, cores e estilo, bem como os cuidados físicos fundamentais (o corte do cabelo, a higiene, a saúde dentária, etc) são importantes para uma composição harmônica e atrativa da imagem. Para se lançar ao mercado como produto, não coisificando as pessoas, é importante saber que o homem é fruto do meio em que vive, devendo, então, conhecer o mercado com suas próprias aptidões, para que assim, possa se estabelecer o preço que lhe é devido. Portanto, o Marketing está relacionado como departamento de vendas, promoções e propaganda.
Algumas dicas para melhorar o marketing: Cuidar da saúde; Roupas e sapatos adequados; Atenção aos detalhes; Ser organizado; O corpo fala; Como as pessoas te vêem?
Hoje se fala muito que o importante é o conteúdo, que não se deve dar tanta importância à imagem. Belas palavras, mas na prática não é bem assim. Antes de ver o conteúdo, a primeira coisa que vemos é a forma, o que está na parte externa desse conteúdo.
 
Buscando crescimento pessoal
Trabalhar a imagem não é apenas lapidar os aspectos externos, mas os internos também, ou seja: a forma e o conteúdo. Quem trabalha só a forma, esquecendo-se do conteúdo, está esculpindo uma máscara que cedo ou tarde cairá.
Uma pessoa que possua talento e competência suficiente para exercer a sua atividade, desde que pratique e aperfeiçoe constantemente o seu Marketing Pessoal, pode chegar ao topo, elevando o seu nível de notoriedade e imagem e ser recompensado por isso.
Essa tarefa exige paciência, disciplina, perseverança, autoestima, determinação, crenças e valores que norteiam as atitudes comportamentais para que faça o uso correto das habilidades criadas e aperfeiçoadas.
A leitura frequente de revistas, jornais, bons livros, reportagens e outros também é de suma importância no aperfeiçoamento do marketing pessoal, ser autodidata, claro que cursos de reciclagem e especializações são essenciais na busca de conhecimento e informações diárias. O talento e a determinação podem fazer a diferença e melhorar a marca.
Networking
Networking é a expressão em inglês usada para definir uma rede de relacionamentos. Pessoas que criam vínculos que permitam fazer o boca-a-boca, a divulgação imediata daquilo que somos e fazemos. Não se trata de uma rede de amigos, mas muitos na rede podem ser amigos. Também não é uma rede de afins, embora muitos possam ter coisas em comum.
O networking é um conjunto de técnicas, cujo objetivo é estimular um comportamento natural de solidariedade e de ajuda recíproca em todos aqueles que tomam consciência de que estamos em interdependência na rede de relacionamentos humanos.
Um verdadeiro networking é uma via de mão dupla. Um ajuda o outro, mesmo não sendo por uma condição imposta. A melhor maneira de se iniciar um networking é começando a descobrir necessidades e necessitados e tentar ajudá-los.
A disposição em ajudar os outros; não é pensar que é receber e pronto. No mesmo patamar de importância está o comportamento ético, porque é a confiança depositada nos membros da rede que vai possibilitar sua navegação.
Quem não tem boa reputação não é indicado nem recebe ajuda. O altruísmo é o valor que move a humanidade na direção do bem. É o desejo de ajudar, de ser solidário com o outro antes mesmo de imaginar que essa atitude possa gerar algum benefício próprio no presente ou no futuro.
Um bom networking depende muito mais de uma postura de "estou à sua disposição" do que de alguma técnica planejada. É algo tão simples como sempre foram as comunicações humanas que transmitiram de pessoa a pessoa, ideias ou conceitos que eram favoráveis a todos os que participavam de uma determinada rede de relacionamentos.
O marketing pessoal vem fortalecendo o crescimento pessoal e profissional, assim como as redes de relacionamento e o status profissional, podendo favorecer a conquista e a consolidação de espaços no mundo do trabalho competitivo quando é usado como um instrumento para apresentar competências e habilidades.
Outro aspecto importante é manter sua rede de relacionamentos sempre ativa, ou seja, o seu networking. Fazer novos contatos sem se esquecer dos velhos, também pode ajudar a quem procura ascensão no mercado. Inovar, sair da rotina, participar de associações, eventos, viajar, praticar atividades físicas são atitudes simples, mas com grande efeito para alargar os horizontes.
Agir com simplicidade mantendo a cordialidade, com as pessoas que estão à sua volta também é algo que transmite uma boa impressão e traduz os valores e crenças do indivíduo observado. Outros fatores que devem ser analisados na prática do marketing pessoal, para o caminho do sucesso são: A qualidade do posicionamento emocional para com os outros; A comunicação interpessoal; A montagem de uma rede relacionamentos; O correto posicionamento da imagem; A prática de ações de apoio ajuda e incentivo para com os demais.
Criatividade: Uma necessidade em prol do Marketing pessoal
A criatividade é a ferramenta mais adequada para se encontrar a maneira de fazer mais com menos, de reduzir custos, de simplificar processos e sistemas, de aumentar lucratividade, de encontrar novos usos para produtos, de encontrar novos segmentos de mercado, de diferenciar o currículo, de desenvolver novos produtos e muito mais. Segundo Disney (2008) “Criatividade é como ginástica: quanto mais se exercita, mais forte fica”. Criatividade é uma das chaves do Sucesso do Marketing Pessoal. A criatividade pode ser o multiplicador do seu resultado. Se fazendo melhor e mais do que os outros você espera ter o dobro do resultado deles, ao aplicar a criatividade, pode ser que você tenha um resultado 10 ou até 100 vezes melhor que o deles.
Todo ser humano tem um potencial de criatividade, todavia, alguns obstáculos impedem que as pessoas descubram seu próprio potencial, por vários motivos, tais como: Dificuldades em perceber a criatividade nos atos simples da vida, por acreditar que a criatividade é algo próprio de pintores, cantores e demais artistas; A maioria recebeu instrução através de um processo educacional fragmentado que não valoriza o aspecto pessoal e nem as experiências de cada pessoa; Tendência a rejeitar o novo; Punição pelo erro, ao invés de aprender com eles; Dificuldades de se livrar das ideias velhas.
O marketing pessoal, por sua vez, surge como uma ferramenta para alcançar o sucesso profissional sem se descuidar dos detalhes. Em qualquer local de trabalho há pessoas que se destacam, alcançam postos importantes nas empresas e a carreira é pontilhada pelo sucesso. Elas fazem marketing pessoal, considerado um fator altamente positivo para o profissional e sua carreira. Cuidar bem da imagem é garantir e ampliar as oportunidades de crescimento profissional, uma vez que é fundamental ter uma imagem de pessoa de valor, inteligente, simpática, ética e cooperativa.
O Marketing Pessoal valoriza o ser humano em todos os seus atributos e características. Visa possibilitar a utilização plena das capacidades e potencialidades humanas na área profissional e na vida pessoal. A cada dia o tema ganha mais importância. Sua capacidade de auxiliar a inserção de profissionais no mercado é efetivamente, uma vantagem competitiva que deve ser buscada numa economia em que, o verdadeiro diferencial competitivo das organizações é a natureza, a qualidade e a capacidade dos homens e mulheres que as fazem.
Segundo Mello (2008), “o Marketing Pessoal é composto de cinco ferramentas básicas que, quando utilizadas em conjunto, apresentam um resultado de ampla dimensão”. Na visão do autor, “não existe beleza, nem charme, nem posição financeira privilegiada que possa suprir a falta de um bom Marketing Pessoal”. Dessa forma, os cinco pilares que sustentam e promovem o marketing pessoal são:

· Embalagem do produto (O produto é você): sugere uma boa aparência, ou seja, uma embalagem adequada de um produto, ou serviço, pode comprometer a confiança de uma clientela, não deixando dúvidas quanto à competência profissional;
· Higiene pessoal: não só a aparência externa importa, mas o cuidado com a higiene pessoal, ou seja, o hálito, o cheiro, o cabelo etc;
· Conteúdo: competência, caráter, honestidade, fidelidade, enfim, os valores que cada um tem dentro de si mesmo;
· Postura física: ter uma postura que dê indícios de um bom atendimento, pois o comportamento de quem representa a imagem de uma instituição poderá comprometer sua credibilidade;
· Comunicação: a comunicação pode ser a ferramenta responsável pela diferença entre o fracasso ou seu sucesso no marketing pessoal;
ATIVIDADE
    “Marketing pessoal não é uma forma de manipular ou de enganar os outros. É apenas uma maneira de mostrar quem você é, o que você sabe, e o que você pode, de modo que a vida não passe em branco e os ideais não se percam na massa anônima daqueles que não sabem se expressar ou se “anunciar” ao mundo. Ao nascer, o ser humano chora a plenos pulmões publicando a sua chegada. Depois disso cabe a cada um encontrar maneiras criativas e éticas para continuar anunciando a sua marca pessoal”. (RAMALHO, 2008).
     Baseado na citação acima e no conteúdo apresentado durante o curso, faça uma análise expondo sua visão sobre o marketing pessoal antes e após o curso. Analise a sua situação como profissional, o que em você pode ser mudado ou melhorado após os conhecimentos adquiridos